Um dia após o resultado do julgamento em Segunda Instância do ex-presidente Luz Inácio Lula da Silva, ocorrido nesta quarta-feira (24) em Porto Alegre, o Partido dos Trabalhadores voltou a afirmar o seu nome como pré-candidato à Presidência da República em ato ocorrido hoje, na sede da Central Única dos Trabalhadores (CUT) em São Paulo.

A reunião ampliada da Executiva Nacional do PT contou com participação de importantes nomes de todo o Brasil como a ex-presidente Dilma Rousseff, a presidente nacional do partido Gleisi Hoffmann, o senador Lindbergh Farias, o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e o governador da Bahia Rui Costa.

O deputado federal Waldenor Pereira também estava presente no ato intitulado “Em Defesa da Democracia e de Lula” e comentou o resultado do julgamento contra o ex-presidente.

“Ontem ficou claro que a condenação do ex-presidente Lula pelos desembargadores do TRF 4, em total sintonia com o justiceiro de Curitiba Sérgio Moro, foi baseada em motivações políticas e não em provas. Até o apartamento do Guarujá, objeto da investigação e acusação contra Lula foi esquecido. Acreditamos na sua inocência e defendemos o seu nome para a Presidência da República. Só Lula, neste momento crítico do nosso país, pode colocar o Brasil nos trilhos novamente e corrigir os erros históricos cometidos pelo governo golpista de Michel Temer contra os trabalhadores ea população pobre”, enfatizou o deputado conquistense.

“Nosso papel é chamar todos os partidos de centro esquerda e reafirmarmos uma frente de oposição e da defesa do povo brasileiro. Lula é o candidato de uma parcela expressiva da população brasileira, então cabe a nós e aos movimentos sociais proteger e defender essa candidatura”, declarou Gleisi Hoffmann durante o discurso.

Já Lula afirmou com a sua candidatura não é “para se proteger”. Minha proteção é minha inocência. Se eu for candidato a presidente da República não é pra me inocentar, é para governar decentemente esse país”, discursou o ex-presidente.

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